Todos os dias são meus, de Ana Saragoça

todososdiassaomeus
O truque é escrever o suficiente para vos acicatar a curiosidade e vos fazer ir procurar, comprar e ler este livro mas escrever apenas esse suficiente. Porque expectativas elevadas são o que mais estraga a leitura de um livro. E este livro merece ser apreciado e acarinhado. Por isso estão a ver o meu problema, não é?
Não vos quero estragar a leitura e contar-vos demais, não vos posso falar da ex-porteira cusca todos os dias que tem um cão que enjoa no elevador, mas só para baixo que para cima não há crise,  Não vos posso falar do engenheiro com dois filhos que também gostam de brincar no elevador onde, por acaso, morreu uma miúda sobre quem toda a gente tinha uma teoria mas que ninguém conhecia realmente.
Não vos posso contar que nestas pouquíssimas páginas se esconde um retrato hilariante de tanta gente que conhecemos e uma tristeza imensa, que faz doer a alma.
 Não vos posso contar tanta coisa… porque quem ler este livro merece ser surpreendido como eu fui e apreciar a leitura da primeira à última página.
Mas pronto, posso dizer-vos que este é um policial, que tem um toque de comédia, negra mas comédia. Mas que também tem um toque de solidão, de desespero.
E posso dizer-vos para irem ler este livro e para descobrirem a Ana Saragoça, uma maruja do Colectivo Nau.
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