Gritos do Passado, Camilla Lackberg

250_9789896603229_gritos_do_passadoDepois de ter devorado “A Princesa de Gelo”, resolvi partir novamente para a pequena localidade de Fjallbacka, na Suécia e respirar outro agradável policial de Camilla Lackberg. Esta aventura é igualmente escrita de um modo empolgante, fluido e ágil. As personagens são já conhecidas, embora o foco passe para Patrick e os colegas da esquadra uma vez que Erica percorre toda a história enormemente grávida e incapaz de muita actividade.

O início é emocionante e introduz rapidamente a acção: a descoberta do corpo de uma mulher a cobrir as ossadas de outras duas mulheres, recordações do passado e mistérios não resolvidos, aparentemente esquecidos. Acrescente-se o desaparecimento de uma rapariga que se estima que poderá ainda ser salva, caso a investigação seja célere e o ritmo da trama avança.

O livro lê-se num ápice, provocando noites “pouco” dormidas, na tentativa de descobrir os segredos e solucionar o mistério. Confesso que tinha pensado num fim diferente, mas este também teve a sua piada! Muito bom!!!

Sinopse
“Numa manhã de um Verão particularmente quente, um rapazinho brinca nas rochas em Fjällbacka – o pequeno porto turístico onde decorreu a acção de A Princesa de Gelo – quando se depara com o cadáver de uma mulher. A polícia confirma rapidamente que se tratou de um crime, mas o caso complica-se com a descoberta, no mesmo sítio de dois esqueletos. O inspector Patrick Hedström é encarregado da investigação naquele período estival em que o incidente poderia fazer fugir os turistas, mas, sem testemunhas, sem elementos determinantes, a polícia não pode fazer mais do que esperar os resultados das análises dos serviços especiais. Entretanto, Erica Falk, nas últimas semanas de gravidez, decide ajudar Patrick pesquisando informações na biblioteca local e novas revelações começam a dar forma ao quadro: os esqueletos são certamente de duas jovens desaparecidas há mais de vinte anos, Mona e Siv. Volta assim à ribalta a família Hult, cujo patriarca, Ephraim, magnetizava as multidões acompanhado dos dois filhos, os pequenos Gabriel e Johannes, dotados de poderes curativos. Depois dessa época, e de um estranho suicídio, a família dividiu-se em dois ramos que agora se odeiam”
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