A Rapariga Inglesa – Daniel Silva

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Há livros que de tanto os ver não reparo neles. Ficam invisíveis. Os livros de Daniel Silva sempre me passaram despercebidos, e um dia ainda muito próximo e não por sugestão de um amigo como é habitual, reparei, li e … gostei.

Gabriel Allon, o lendário espião e assassino israelita conquistou-me com a sua inteligência e carisma em perigosas aventuras na companhia de uma equipa forte e coesa do Departamento e da sua bela Chiara. Uma outra personagem relevante surgiu no enredo – Keller, o assassino contratado que não cumpriu, foi o aliado e o desafio de Gabriel que começou com o rapto da Rapariga Inglesa na Córsega. A velha profetiza, que tudo sabia encantou-me com as três gotas de azeite para libertar de todo o mal, um trabalho muito latino que parece magia.

Intriga, espionagem, crime, muita ação e adrenalina em viagens arriscadas e bem sucedidas, ou talvez não, com Gabriel e os seus aliados e amigos em luta pelos seus valores contra inimigos traiçoeiros e perversos. Os meandros desta missão de resgate levaram Gabriel para um destino impensável onde a ganância e ambição não andam longe.

Parece banal mas são muitas páginas de uma intrincada trama internacional, que se lêem sofregamente, porque nos precipitamos para as páginas seguintes para desvendar rapidamente o desfecho em que se faça justiça. As personagens com a sua história pessoal, bem como o seu percurso por vários sítios, permanecem no nosso imaginário muito depois de terminada a leitura.

Uma boa história para ler em dias assim. Quando um dia cinzento ganha luminosidade.

Sinopse:

Sete dias. Uma rapariga. Não há segundas oportunidades.
Madeline Hart é uma estrela ascendente no partido britânico no poder: bonita, inteligente, motivada para o sucesso por uma infância pobre. E agora está desaparecida…
Os seus raptores descobriram que ela tem um romance com o primeiro-ministro, Jonathan Lancaster e querem fazê-lo pagar por isso. Receoso de um escândalo que lhe destrua a carreira, ele decide lidar com o caso em privado, sem o envolvimento da polícia britânica. Trata-se de uma decisão arriscada, não só para si próprio, como para o agente que conduzirá as buscas.
Tem sete dias ou a rapariga morre.
Entra em cena Gabriel Allon — espião e restaurador de arte —, para quem as missões perigosas e a intriga política não são novidade. Com o relógio a contar, Gabriel tenta desesperadamente trazer Madeleine de volta a casa em segurança. A sua missão leva-o do mundo criminoso de Marselha a um vale isolado nas montanhas da Provença, depois aos bastidores do poder londrino e, finalmente, a um clímax em Moscovo, uma cidade de espiões e violência, onde há uma longa lista de homens que desejam ver Gabriel morto.
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4 pensamentos sobre “A Rapariga Inglesa – Daniel Silva

  1. Não há mal nenhum na leitura de um thriller super bem esgalhado como são os livros do Daniel Silva. Eu tenho-os todos e a personagem do Gabriel Allon já faz parte do meu grupo de “amigos”. Espero sempre, ansiosamente, pelo romance seguinte,

    • Como leitores da Roda somos distintos em gostos e personalidades e isso reflecte-se nas nossas leituras e nas opiniões que publicamos. Um grupo de partilha que a todos enriquece, espero.

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