Estou Nua E Agora? de Francisco Salgueiro

Francisco Salgueiro não me é desconhecido. A sua escrita, claro! Li O fim da Inocência I e II e O Anjo que Queria Pecar. Lembro-me bem dos dois primeiros. Isso deverá querer dizer alguma coisa, tanto mais que me esqueço com relativa facilidade das histórias que vou elndo, para pena minha! Talvez por serem histórias verídicas, por abrangerem temas que chocam, por falar de “alguns” filhos nossos.

Este Estou Nua e Agora? li num ápice. Creio que em dois dias. A história prende muito rapidamente, viajamos para os mesmos sítios para onde vai Alex, a personagem principal e passeamos pelos 7 continentes. Isso agradou-me muitíssimo. O livro possui uma vertente que me apaixona, a literatura de viagens. Mas não se retém apenas aqui…

A vida de Alex é intensa, numa descoberta permanente. De si e do mundo. Descobre o Couchsurfing e enquando não se descobre a ela própria não pára. Num ano percorre países como:Tailandia, Camboja, Zimbabué e Botswana, África do Sul, Marrocos, Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Austrália, Brasil e regressa aos Estados Unidos.

Afastando-se de uma vida certa e segura, com emprego garantido depois da sua licenciatura, viaja pelo mundo ficando nos sofás/casas que lhe emprestam através do Couchsurfing. Na sua passagem por Portugal fica em casa do escritor. A comprovar estas experiências estão as inúmeras fotos que o livro traz.

Recomendo esta leitura, sobretudo para quem gosta de ficar a conhecer lugares e costumes diferentes!

Estrelas: 5*

Sinopse

Alex, uma nova-iorquina, vive uma vida perfeita: acabou o curso e tem um emprego garantido. Está prestes a cumprir os sonhos que desenharam para ela. Mas um desgosto de amor leva-a a viajar pelo mundo. Precisa de se conhecer melhor e ultrapassar os seus medos. Da Tailândia ao Brasil, da Austrália a Marrocos, faz Couchsurfing dormindo em colchões, beliches, camas limpas, camas sujas, parques públicos – até em minha casa, em Lisboa. Nudismo, algum sexo, ilhas paradisíacas, jantares românticos, protestos de rua, festivais no deserto, um encontro com Nelson Mandela, mulheres que disparam bolas de ping pong das suas zonas íntimas – tudo isto faz parte desta história real passada nos sete continentes, ao longo de um ano, que representa tudo aquilo que gostaríamos de fazer.

Há pessoas que cometem erros por se acomodarem e outras que cometem erros por tentarem. A Alex preferiu errar tentando. E vocês?

 

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